Encontrar algo útil no meio da tralha é parte essencial do trabalho de um historiador.

domingo, 24 de outubro de 2010

Todo mundo bateu palma quando o corpo caiu


Tudo começou há muito tempo atrás, na ilha do Sol, quando a minha mãe mostrou o manual de História de Portugal da 4ª classe dela, escrito por Tomás de Barros. Aprendi então as quatro dinastias dos reis portugueses e a cronologia básica da história do país até à eleição para Presidente da República de Craveiro Lopes. Os livros de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada viriam a contar uma história menos carregada de ideologia nacionalista. Os manuais de História e Geografia de Portugal do 5º e 6º anos que usei não se distinguiam por nada de especial. Já os volumes do 3º ciclo, publicados pela Editorial O Livro e escritos por Adérito Tavares, Maria Emília Diniz e Arlindo M. Caldeira, abriram novos horizontes. Também foram úteis, na banda desenhada, os álbuns de José Ruy, tal como a História de Portugal em BD de José Garcês e A. do Carmo Reis. No que respeita ao período contemporâneo, recordo a série televisiva inglesa O Século do Povo, emitida pela SIC por volta de 1996, cujos episódios eram introduzidos por um “prefácio” no qual Mário Soares revelava uma pronúncia terrível ao falar inglês.

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